Você encontra aqui todos os regulamentos atualizados que estabelecem as regras de funcionamento dos torneios promovidos pela ACPC em parceira com as Federações Brasileiras.

Consulte os regulamentos por espécie para um maior entendimento das regras estabelecidas.

REGULAMENTO ACPC PARA TORNEIOS DE AZULÃO

As normas e rotinas deste regulamento serão aplicadas a todos os torneios organizados e dirigidos pela ACPC – Associação Ornitológica de Pernambuco ou outra afiliada que utilize esta modalidade, torneio de fibra. Quaisquer divergências entre estas normas e rotinas contidas neste regulamento e qualquer outro especifico, prevalecem estas aprovadas pela diretoria da ACPC ;

1- Além dos sócios da ACPC , somente os associados de um clube ou associação afiliada poderão participar dos eventos regidos por este instrumento.

2- Entrega dos troféus:
A entrega dos troféus no torneio de canto deverá ser imediatamente após a apuração dos resultados.

3- Conferência de anilhas:
Poderão ser conferidas as anilhas de todos os pássaros participantes ou de apenas três deles mediante sorteio.

4- Dos locais dos torneios:
Os torneios só poderão ser realizados em recintos protegidos do sol, chuva e do vento, em ambiente claro, arejado e seguro;

4.1- Do Ambiente do torneio:
Todo clube ou associação deverá indicar o local onde se realizará o torneio, pagando as taxas devidas, mantendo os sanitários limpos e com todo material necessário, separados entre masculino e feminino e serviço de bar.

5- Da Inscrição:
As inscrições poderão ser feitas antecipadamente até às 12:00 h PM do dia que antecede o torneio , pelo site da ACPC (www.acpc.gov.br) ou na sede da ACPC , antes das 7:00 h para criadores de estados diferentes do local do evento;

5.1- O valor da inscrição, por pássaro, será determinado por cada associação ou clube, em cada evento;

5.2- A inscrição será aprovada mediante a apresentação da relação atualizada dos pássaros, mais Licença de Transporte/torneio emitida pelo Sispass/IBAMA, mais comprovante de pagamento da inscrição, quando então, será entregue a ficha devidamente rubricada por representante da associação designado. Em sendo expositor oriundo de estado diferente de onde ocorrerá o torneio, deverá, em qualquer hipótese acima, apresentar cumulativamente a GTA – Guia de Transporte Animal e/ou outros documentos exigidos conforme instruções normativas dos órgãos fiscalizadores competentes onde cada participante deverá, obrigatoriamente, assinar o termo de conhecimento e inscrição, no ato da sua inscrição.

6- Do horário:
Os torneios iniciarão às 7:30 h AM, horário de Brasilia-DF, com tolerância de até 15
minutos. O local de realização dos torneios deverá estar aberto aos criadores a partir das 06:00 h  AM;

6.1- Horário da recepção ficará a critério da entidade organizadora, com divulgação de local com no mínimo uma semana de antecedência;

6.2- Pássaro de outrem: O expositor, para inscrever pássaro que não seja de sua propriedade, deverá apresentar a licença de transporte do Sispass/Ibama em seu nome, além da relação oficial de passeriforme do proprietário, bem com carteirinha quitada do clube/associação. Ainda que em nome do proprietário, mas contendo um termo de autorização para que o expositor o inscreva, sendo oriundas de outros estados, em anexo a GTA para ambas as
situações.

7- Das estacas:
As estacas deverão ser de metal, na cor cinza, branca ou inox e sem decoração, com gancho chato e base firme de forma a não permitir que a gaiola balance.

8- Empate entre participantes – Critério de desempate:
Após apuração dos resultados, havendo empate entre participantes, será privilegiado o expositor que resida mais distante do local do evento.

9- Troféus:
Os melhores classificados, no torneio de fibra, receberão troféus até o décimo quinto lugar respectivamente ou a critério da diretoria;

9.1- Todo proprietário de pássaro será responsável pela segurança e proteção de seu respectivo animal. O clube/associação promotor do evento não será responsabilizado em caso de eventuais ocorrências de acidentes, furtos ou roubo, ou outros imprevistos que possam ocorrer nos ambientes dos torneios.
Regras AOPE para participação dos torneios de Azulão modalidade fibra;

1- Todas as aves (inclusive as fêmeas) devem estar acompanhadas de guia de transporte e relação do proprietário.

2- As gaiolas devem ser higienizadas antes de entrarem na roda, para oferece o máximo de conforto aos passarinhos participantes.

3- Só será permitido o máximo de 8 poleiros por gaiola participante.

4- Bebedouro deve ser transparente (claro), não sendo permitido no ato da competição uso de medicamentos ou vitaminas na água, nem frutas.

5- As gaiolas devem conter identificação completa da ave e do proprietário, como por exemplo: Nome do pássaro, anilha, nome e sobrenome do criador junto com o CTF do IBAMA.

6- As gaiolas devem ser tamanho padrão de torneios de Azulão ACPC ; De 21 a 22 cm de largura e de; 49 a 50 cm de altura por; 47 a 48 cm de comprimento.

7- A distancia padrão da ACPC para esta modalidade, entre uma gaiola e outra será de 30 cm.

8- Pássaro que executar o canto com apenas uma (01) nota, será também contabilizado como canto. Pois entende-se que seja uma iniciativa do pássaro de cantar mais rápido para defender seu espaço (território).

9- Todos os proprietários deverão pedir permissão ao diretor ou chefe de roda durante a execução do torneio, antes de mexer em suas gaiolas ou pássaros. Pois o não cumprimento desta regra pode desclassificar o pássaro, tendo em vista que o manuseio inadequado do proprietário pode atrapalhar o desempenho dos outros participantes.

10- Os pássaros inscritos no torneio, jamais poderão participar sem que estejam abastecidos de alimentos, sendo permitido rações extrusadas e sementes, não sendo permitido frutas e vitaminas na água como citado no tópico 4 deste regulamento de regras para participação dos torneios e campeonatos de fibra da ACPC .

11- Caso algum participante tenha uma conduta indevida ou inadequada, na hora da contagem do seu pássaro ou de algum outro pássaro concorrente, o mesmo será advertido pelo chefe de roda ou diretor da modalidade, havendo um justo julgamento dos seus atos, para que se possa tomar as providências cabíveis, de acordo com a gravidade do acontecido.

12- É imprescindível que o proprietário esteja presente na hora da marcação dos pássaros, pois a sua ausência, fará com que o seu pássaro ou o pássaro de sua responsabilidade seja desclassificado, gerando a sua eliminação automática do torneio, seja na primeira ou segunda marcação, nos dez (10) ou nos (15) minutos.

13 – Se por ventura algum pássaro esfriar durante o torneio, mesmo que seja na contagem final, será eliminado.

Em caso de dúvida sobre a interpretação deste regulamento, casos omissos e/ou fatos novos no momento do torneio, o impasse será resolvido por uma comissão composta pelo: Chefe de roda local, coordenador do evento, mais um membro da diretoria do clube/associação promotora.
Recife, 29 de Junho de 2017 A PRESIDÊNCIA.


regulamento Papa Capim Colerio


Regulamento para torneio ACPC de
Coleiro e Baiano.

1 – DA FINALIDADE:
1.1 – O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas e a rotina dos
Torneios de Fibra de Coleiro (Sporophila caerulenses e S. nigricollis).
1.2 – As normas e a rotina deste Regulamento serão aplicadas a todos os Torneios
Nacionais abrangidos e supervisionados pela COBRAP, principalmente porque
envolvem expositores de várias regiões e por isso é preciso que fiquem bem claros os
procedimentos recomendados.
1.3 – O descrito no Manual de Bem-Estar Animal apensado a este Regulamento terá que
ser observado integralmente por ocasião de realização do evento.
1.4 – Coincidindo torneios Regionais e Estaduais com os Torneios/Campeonato
Nacional COBRAP, os pontos obtidos nestes Torneios/Campeonato Nacional COBRAP
serão válidos e computados para os Campeonatos Regionais, Estaduais.
2 – DA PREPARAÇÃO:
2.1 – Dos Locais dos Torneios – Os Torneios só poderão ser realizados em recintos
cobertos, protegidos do sol, da chuva e do vento, em ambiente claro, arejado e seguro.
2.2 – Do Ambiente do Torneio – Todo clube/sociedade que não tiver sua sede, deverá
indicar o local onde se realizará o torneio, pagando as taxas devidas, mantendo os
sanitários permanentemente limpos e com todo o material necessário, separados os
masculinos dos femininos, serviço condizente e adequado de bar e lanches aos
expositores, equipe de segurança onde houver estacionamento próprio ou externo e
equipe de atendimento e recepção aos visitantes e demais criadores.
2.3 – Do Horário – Os Torneios de fibra serão iniciados às 07:30 hrs, horário de Brasília
– DF, com os pássaros nas estacas. O local de realização das provas de fibra deverá
estar aberto aos expositores a partir das 06:00 hrs.
2.4 – Da Inscrição – A inscrição será feita mediante as respectivas exigências dos
órgãos Governamentais e dos Organizadores (COBRAP, Federação, Clube), exemplo:
relação atualizada dos pássaros, etiqueta/crachá de identificação do pássaro na gaiola
constando (nome do pássaro, nº do anel, inscrição CTF no IBAMA, nome completo, a
localidade, Confederação, Federação e Clube em que o proprietário é associado). A
inscrição será realizada eletronicamente. É obrigatório relacionar todos os pássaros
participantes, inclusive as fêmeas acompanhantes, todos deverão obedecer
rigorosamente aos pré-requisitos legais em vigência. A cartela disponibilizada via
sistema, poderá ser devidamente homologada pela entidade promotora.
2.4.1 – Ao fazer a inscrição é obrigatório o pagamento antes da realização do torneio, se
por alguma eventualidade isto não ocorrer, o expositor terá dois dias úteis a partir da
data de realização do torneio para quitar o débito, acrescido dos encargos e custas
devidas para não sofrer sanções. 2.4.2 – Caso algum expositor não quite o eventual
débito de suas inscrições, ficará suspenso automaticamente para os torneios
subsequentes e seu nome bem como os pássaros inscritos ficarão bloqueados até que
situação seja resolvida. 2.4.3 – Esta ocorrência será resolvida, após explicação formal e
quitação da dívida acrescida de multa de 50% e tarifa de cobrança bancária.
2.4.4 – Se houver reincidência o respectivo expositor e seus pássaros cadastrados
ficarão suspensos automaticamente por toda a temporada.
2.5 – Pássaro de outrem – Será inscrito normalmente pelo proprietário via sistema. No
momento do torneio, será apresentada autorização por escrito e a licença de transporte
quitada do IBAMA em nome do apresentador que deverá estar munido de documento
de identidade com foto, além da relação oficial de passeriforme do proprietário, bem
como da carteira quitada do clube e da federação quando for o caso.
2.5.1 – Caso algum expositor regular apresente pássaro de outrem que esteja em
situação irregular (impossibilitado de expor seus pássaros) com o intuito de burlar as
normativas e este regulamento, os envolvidos serão suspensos por dois anos.
2.6 – Horário de Inscrição – A inscrição deverá ser feita horas antes no local do torneio
com a pessoa dedicada responsável.
2.7 – Das Estacas – As estacas poderão ser de madeira ou metal e devidamente
numeradas sequencialmente, nas faces internas e externas e terão seu torno (gancho ou
prego) com a altura mínima de 1,40m e máxima de 1,60m do chão e um pequeno
gancho ou prego a 0,50m do piso onde serão colocadas as fichas ou cartelas de
identificação.
2.8 – Da Disposição – As estacas serão dispostas em círculo/quadrado ou retângulo com
os cantos arredondados com espaço de 20 cm entre as gaiolas, com a frente das mesmas
(portas) para fora da roda para facilitar o manuseio e serão colocadas obedecendo,
rigorosamente, à sequência numérica de sorteio obrigatório, via eletrônica ou manual.
Obs: A qualquer momento, em especial antes das marcações, caso haja ameaça de sol
ou chuva direto sob os pássaros devem ser tomadas medidas para protegê-los desse
tremendo incômodo, inclusive mudar a forma do desenho da roda.
2.8.1 – É obrigatório no momento da arrumação da roda, manter a distância de 20 cm
entre uma gaiola e outra, a medida será por um gabarito ou um palmo.
2.9 – Das Cartelas – Serão feitas eletronicamente (via sistema) e obedecerão ao
respectivo ritual. Caso contrário, a partir da recepção do dia anterior e serão
posteriormente numeradas em conformidade com a numeração das estacas. As cartelas
após vistadas pelos Diretores COBRAP e da entidade promotora, deverão ser vendidas
sem a respectiva numeração. Após preenchidas, obrigatoriamente, todos os campos da
cartela o expositor estará habilitado a obter por sorteio a numeração da estaca. Ao se
iniciar as vendas todas as respectivas sequências numéricas, de dentro e de fora da roda,
deverão estar em um só lote e serão sorteadas aos participantes.
2.9.1 – Só será admitida a troca de estaca, caso o participante tenha tirado números em
sequência, referente a outros pássaros de sua propriedade, neste único caso a estaca com
número maior passará cinco estacas adiante. Exemplo: sendo sorteado com a 3ª e 4ª, a
4ª estaca passará para 9º lugar (será encaixada entre a 8º e 10º estaca). Até o término da
roda, os pássaros do mesmo expositor devem estar com pelo menos duas estacas entre
eles.
2.10 – Do Cabeçalho da Cartela – O cabeçalho será preenchido via sistema. No caso de
ter que ser preenchido pelo proprietário do pássaro, deverá constar, de forma legível, o
nome completo do proprietário, o clube/sociedade a que estiver filiado, a cidade onde
reside, o nome (apelido) do pássaro, número do anel e demais caracteres nele
constantes.
2.10.1 – Neste caso, cartela preenchida de forma ilegível ou incompleta não será
sorteada. Compete a quem estiver sorteando a respectiva numeração exigir o completo e
correto preenchimento. Caso não tenha sido detectada a irregularidade e durante o
torneio seja constatado, o pássaro poderá ser desclassificado. Neste caso, não haverá
restituição do valor pago.
2.11 – Da Roda Interna – Não havendo espaço suficiente para formação de uma roda
única, serão formadas rodas internas.
2.11.1 – Quando houver muitas vagas na roda de fora, terá que eliminar essas vagas
juntando as estacas, sempre obedecendo à sequência numérica para formar um só
espaço, e este será preenchido com as estacas da roda de dentro, obedecendo também a
ordem da sequência numérica. Exemplo: A estaca de número menor da roda interna será
a primeira estaca a ir para roda externa.
2.11.2 – Havendo poucas vagas na roda de fora, estas serão preenchidas, pegando a
menor numeração da roda de dentro, preenchendo as vagas da roda de fora, sempre
obedecendo à sequência de numeração (o menor número da roda de dentro preencherá a
vaga de menor número da roda de fora).
2.11.3 – O chefe de roda e ou seus auxiliares deverão mexer na roda (fazer fechamento)
mesmo após o início da marcação da classificatória ou da final se algum pássaro ficar
aberto sozinho tanto do lado direito como do lado esquerdo, neste caso encostar esta
gaiola para o lado da estaca de menor número, situação de isolamento deve ser evitado
em todos os momentos até o final da prova (término do torneio).
2.11.4 – O chefe de roda mesmo após iniciar as marcações tanto da classificatória como
da final, deverá verificar se há espaços vagos nas baterias seguintes, havendo e sendo
possível, ajustar primeiramente, para depois dar início na bateria a ser marcada, assim o
pássaro terá sempre antes da sua marcação, um tempo de 10 a 15 minutos para se
acomodar com o pássaro vizinho. Só deverá proceder desta forma nos intervalos de uma
marcação para outra.
2.11.5 Na bateria onde vai iniciar a marcação, se vagar espaço (se sair pássaro) e se já
estiver sendo preparado para iniciar a marcação, deverá seguir os trabalhos, para não
haver atrasos.
Obs.: Não se deve arrumar/fechar a roda quando os pássaros de uma bateria estiverem
sendo marcados (proceder somente nos intervalos para a bateria seguinte).
2.12 – Das Gaiolas – As gaiolas serão do tipo padrão estabelecido a seguir, entendido
que a altura da copa (parte mais alta) de qualquer gaiola, ao ser colocada na estaca,
deverá ficar no mesmo nível ou inferior das copas das demais gaiolas.
2.13 – Do Padrão das Gaiolas – As gaiolas serão padronizadas, admitindo-se pequenas
variações até que se consiga com o passar do tempo um parâmetro definitivo e terão as
seguintes medidas e formas:
Pássaro Forma Comprimento (cm) Altura (cm) Largura (cm)
Coleiro Carioca 34,0 40,0 25,5 a 36,0 15,0 a 20,0
2.13.1 – No caso de algum expositor colocar seu pássaro na roda em gaiola fora do
padrão (ou muito maior ou muito menor), ele terá um prazo de 10 minutos, a contar do
momento em que lhe for comunicada a decisão para regularizar a situação, isto na
primeira oportunidade que ocorrer com determinado proprietário, na segunda vez terá
sua ave imediatamente eliminada.
2.14 – Banheira – Será permitida, para todos os pássaros, gaiola com somente uma
única banheira, mesmo que vazia.
2.15 – Altura do Cocho – Não poderá haver na gaiola nenhum objeto que bloqueie a
visão dos pássaros em tamanho superior a 10 cm e nem poderão se situar, a sua parte
superior, acima de 55% do fundo da gaiola, ficando, assim, limitada a altura dos cochos,
porta cochos, porta bebedouros, etc. ou qualquer outro objeto que dificulte a visão entre
os pássaros, diferentes das medidas aqui previstas.
2.16 – Poleiros – Para que o pássaro possa se movimentar com as asas, o número
máximo de poleiros nas gaiolas inclusive as maritacas, serão de sete, contando os
poleiros de cocho e/ou bebedouro que estiverem na testeira da gaiola.
2.17 – Da Colocação dos Pássaros nas Estacas – A partir do momento que o macho for
desencapado e for colocado na estaca é expressamente proibido deixar a capa da gaiola
da fêmea deste pássaro aberta, para que seu acompanhante ou outros participantes a
vejam, observando que no momento do inicio da prova todas as fêmeas terão que ser
retiradas imediatamente do ambiente.
2.18 – Fêmeas – É obrigatório que seja designado um local para a colocação das fêmeas
que será supervisionado por um fiscal local, isto porque é terminantemente proibido que
elas fiquem no ambiente da roda e suas gaiolas possam ser avistadas pelos pássaros em
concurso. Importante notar que a COBRAP não terá nenhuma responsabilidade no caso
de furto ou acidente ocorrido com qualquer pássaro levado aos recintos dos torneios.
2.19 – Médico Veterinário – Obrigatória a presença de um médico veterinário até o final
do evento. A entidade promotora deverá manter um livro de registro a ser preenchido
por este profissional relatando eventuais ocorrências de caráter sanitário para posteriores
consultas, se for o caso.
3 – DOS PARTICIPANTES E DOS PRÉ-REQUISITOS
3.1 – Pássaros documentados – Só poderão concorrer pássaros com anéis fechados e
que não apresentem visualmente sinais de violação, ou bitola diferente das compatíveis
com o tarso da ave, conforme exigências do IBAMA;
Obs:
a) É proibida a permanência de pássaro não inscrito no torneio, como participante ou
acompanhante, na área delimitada para circulação dos visitantes que estiver demarcada
sob controle da organização.
b) No local ou recinto destinado à realização de prova, apenas poderão estar presentes
pássaros devidamente inscritos na respectiva modalidade que ali se realizará, e seus
acompanhantes.
3.1.1 – Conferência de anilhas – Poderão ser conferidas visualmente as anilhas de todos
os pássaros participantes ou de número menor mediante sorteio, cabendo esta decisão ao
Coordenador de Fibra, em conjunto com os Chefes de Roda e presidente da entidade
promotora.
3.1.2 – Caso haja efetiva necessidade de conferência de uma determinada anilha de
pássaro inscrito no torneio, por suspeita visual de adulteração, a verificação será feita
com a aprovação do Coordenador de Fibra presente e Presidente da entidade promotora.
Constatado a fraude, o pássaro não poderá participar de torneios.
3.2 – Expositores – Os proprietários dos pássaros participantes deverão apresentar
documento que comprove serem associados da Confederação (COBRAP), da Federação
e do Clube Ornitológico.
Obs: Á critério dos organizadores, somente os criadores comerciais de passeriformes
poderão expor à venda, no local dos eventos, o produto de sua respectiva criação
acompanhados de respectiva nota fiscal original de saída ou trânsito. Neste caso
também será exigida a carteira de sócio do respectivo criador comercial às entidades
acima.
3.3 -Responsabilidades do Clube Promotor – Cabe ao Clube promotor do evento a
responsabilidade do cumprimento das exigências das Leis e Normativas oficiais
vigentes dentro das disposições legais perante os Órgãos Governamentais, inclusive,
conseguir e manter o Alvará do Torneio no local, que ficará administrativamente sob
sua total responsabilidade.
Obs: Os organizadores deverão demarcar os recintos para as provas e a área de
circulação de seu entorno que estará sob sua responsabilidade e controle. A demarcação
de recintos e áreas de que se trata poderá ser feita mediante aproveitamento de grades,
muros ou construções existentes nos locais, bem como pela instalação de tapumes e
cercas.
3.4 – Pássaros Híbridos – Não será permitida a participação de pássaros híbridos
(cruzamento entre espécies diferentes).
3.5 – Pássaros Mestiços – Será permitida a participação de mestiços (cruzamento entre
subespécies), desde que não haja diferenças visíveis do fenótipo característico.
3.6 – Idade dos Pássaros – Só poderão concorrer aos torneios oficiais os pássaros
adultos e virados com sua cor de penas definitiva.
3.7 – Pássaro cegos – Pássaro cego dos dois olhos, isto é, aquele em que há clara
evidência de que não enxerga o vizinho, não poderá ser inscrito de forma alguma. No
entanto, aquele cego de um só olho e que comprovadamente pode avistar seus vizinhos
poderá ser inscrito.
3.9 – Roda de Coleiros – poderão ser conjuntamente inscritos na roda de Coleiros, que
será uma só, as espécies “gola” – Sporophila caerulenscens e o “Baiano (Macaco)” –
Sporophila nigricollis, em suas cores de abdome branca ou amarela, indistintamente.
Obs: Em caso de dúvida sobre a inscrição de pássaros que infrinjam os itens acima, será
decidida por uma comissão assim composta: os dois Chefe de Roda, Coordenador de
área da COBRAP, e no caso de algum impasse do Presidente da Entidade Promotora e
do mais alto dirigente da COBRAP que estiver presente.
4 – DA ADMINISTRAÇÃO DO TORNEIO E DO PESSOAL RESPONSÁVEL
4.1 – Serão dois Chefes de Roda para cada modalidade: Um indicado pela COBRAP e
outro pelo clube promotor do evento.
4.2 – Serão escolhidos pelo Diretor de fibra e pelos chefes de roda de cada modalidade
os auxiliares dos chefes de Roda e a equipe de fiscais.
OBS: Os auxiliares/Fiscais escolhidos deverão ter probidade, competência e
conhecimento das espécies em disputa, para haver imparcialidade e transparência no
torneio.
4.3 – Cada Diretor da COBRAP, Chefes de Roda, Fiscais e Marcadores, deverão portar
um crachá de identificação fornecido pela Entidade Promotora do evento.
5 – DAS ATRIBUIÇÕES
5.1 – Incumbe ao Presidente da Entidade Promotora e seus Diretores:
5.1.1 – Providenciar para que todos os itens deste Regulamento sejam respeitados e
cumpridos.
5.1.2 – Providenciar para que todos os envolvidos na administração do torneio tenham à
disposição todo o material necessário ao bom andamento do evento.
5.1.3 – Supervisionar de maneira geral para o bom andamento de todo o Torneio.
5.1.4 – Atender a imprensa ou designar seu representante para a concessão de
entrevistas e informações solicitadas.
5.1.5 – Acompanhar e assistir as autoridades que porventura visitem o torneio.
5.1.6 – Fazer parte da comissão apuradora ou designar seu representante.
5.1.7 – Anunciar o resultado do torneio, convidando para participar à autoridade da
respectiva Federação e da COBRAP procedendo à entrega dos troféus do último para o
primeiro classificado ou vice-versa, ficando a critério do Presidente do Clube.
5.1.8 – A critério do Presidente do Clube promotor e da Diretoria da COBRAP poderá
ser entregue antecipadamente, a premiação que o pássaro e seu possuidor fizerem jus.
5.1.9 – Comunicar oficialmente, através de A.R., aos Órgãos Governamentais e a
Polícia Florestal, em suas sedes mais próximas, com 15 (quinze) dias de antecedência
da realização do torneio, para que compareçam e fiscalizem os procedimentos
porventura irregulares que possam ocorrer, para eximir-se da respectiva
responsabilidade.
5.1.10 – É obrigatória a afixação de uma cópia deste Regulamento em lugar visível e de
fácil acesso, para que todos dele conheçam e não venham alegar ignorância, bem como
o Manual de Bem-Estar Animal apenso.
5.2 – Incumbe aos Chefes de Roda:
5.2.1 – Cumprir e fazer cumprir as normas deste Regulamento, observando atentamente
o desenrolar do torneio, usando sempre o melhor critério, para que impere a isenção de
ânimo e a justiça.
5.2.2 – Processar a retirada de pássaro que não esteja de acordo com o presente
Regulamento, em especial, no que se refere a pássaros que não detenham fenótipo para
a respectiva espécie em disputa.
5.2.3 – Eliminar e retirar da roda qualquer pássaro que estiver sem “fogo” (“parado”) e
esteja “piando frio” (“chamando fêmea”) por cinco vezes consecutivas, sem cantar em
seguida; A eliminação somente poderá ocorrer com o aval dos dois chefes da roda.
5.2.4 – Para transferir pássaros da roda interna para externa obedecer sempre à
sequência das estacas. Exemplo: A estaca de número menor da roda interna será a
primeira estaca a ir para roda externa.
5.2.5 – Quando o expositor for sorteado duas estacas uma ao lado da outra, aplicar o
previsto no item 2.9.1 deste regulamento.
5.2.6 – Quando a transferência de pássaros da roda interna para a roda externa,
ocorrerem dois pássaros do mesmo expositor, este pássaro deverá ser encaixado entre o
quarto e sexto pássaro, conforme item anterior.
5.2.7 – Efetuar a substituição de algum membro do corpo de marcadores, se necessário.
5.2.8 – Identificar os marcadores de modo que nenhum pássaro fique sem ser marcado.
5.2.9 – Manter dois marcadores de reserva.
5.2.10 – Dar, de viva voz, o inicio e o término das marcações, controlando o tempo
rigorosamente;
5.2.11 – Organizar a roda com o máximo zelo e cuidado, dispondo as estacas com
habilidade e rapidez, evitando sempre espantar os pássaros;
5.2.12 – Deve-se ter o cuidado de não se colocar as mãos à frente do poleiro do pássaro
e sim acima da gaiola e outra na estaca;
5.2.13 – Deve-se ter o cuidado e de forma alguma carregar duas estacas de uma só vez,
visando não correr o risco de acidentes;
5.2.14 – Fiscalizar o modelo e o tamanho de cada gaiola, não admitindo aquelas que
fujam aos padrões estabelecidos neste regulamento, ajustando sempre a altura das copas
das gaiolas que terão que ficar no mesmo nível de altura do chão;
5.2.15 – Fazer retirar do ambiente da roda, os pássaros já eliminados ou desclassificados
e quaisquer outras gaiolas estranhas, em especial, as das fêmeas, mesmo encapadas,
evitando que os competidores sejam prejudicados ou estimulados, isto sempre com a
maior educação e respeito;
5.2.16 – Cuidar para que seja respeitada rigorosamente a mesma disposição das gaiolas
do início do torneio, mantendo-se a mesma distância de 20 cm, após a retirada de
gaiolas de pássaros eliminados ou desclassificados;
5.2.17 – Levar ao Diretor da COBRAP todos os fatos relevantes e que tenham ou
possam vir a ter alguma influência negativa para o bom desempenho do torneio.
Obs:
a) Nenhum pássaro poderá ser retirado da roda sem a autorização prévia de um dos
Chefes de Roda, sob pena de desclassificação de todos os demais pássaros deste
expositor, se houver.
b) Os pássaros classificados para a final, por algum motivo um ou mais forem
desclassificados, eliminados ou retirados da roda por seu proprietário/preposto seu lugar
não será substituído. Exemplo: Roda que classificam 60 – se um for desclassificado/
eliminado/ou retirado por seu proprietário, à roda fechará com 59 pássaros, e assim
sucessivamente.
6 – INCUMBE AOS FISCAIS
6.1 – Cumprir as determinações do Diretor da COBRAP e/ou dos Chefes de Roda.
6.2 – Manter constante e severa vigilância sobre os marcadores, cuidando para que seja
marcado exatamente aquilo que o pássaro cantar.
6.2.1 – Sendo marcação manual na cartela, dar visto a cada linha preenchida.
6.3 – Avaliar a probidade e conhecimento dos marcadores e propor a substituição, se
necessário.
6.4 – Fazer com que seja mantida a distância obrigatória do público e dos proprietários
do circulo da roda em 2,00m.
6.5 – Encaminhar aos Chefes da Roda, as reclamações, por escrito, dos proprietários
que se sentirem prejudicados pelos marcadores, levando em conta o respeito que todos
merecem e o direito de reclamação. O Chefe de Roda deverá comunicar o fato ao
Diretor da COBRAP.
Obs: O respectivo documento deverá ser encaminhado em primeiro lugar para o
Conselho de Ética, depois ao Conselho Deliberativo que com o seu parecer, levará até a
Diretoria Administrativa da COBRAP, para a decisão final.
6.6 – Manter e fazer com que seja mantido este regulamento e em caso de desrespeito
ao mesmo, comunicar aos Chefes de Roda ou ao Diretor da COBRAP, para as
providências legais.
6.7 – Comunicar aos Chefes de Roda, a existência de pássaros que estejam piando
“frio”, “chamando fêmea”.
6.8 – Não permitir que nenhum pássaro fique totalmente sem alimento e/ou água.
6.9 – Deverá ter obrigatoriamente, em seus cochos, ração granulada
extruzada/peletizada ou papas, ou sementes e um só pedaço de fruta ou legume,
conforme item 9.9.
6.10 – Não permitir qualquer ato do proprietário do pássaro ou de seu preposto, que
esteja(m) mexendo ou tocando na gaiola fora do prazo determinado pelo regulamento e
anunciado pelo Chefe de Roda ou que esteja marcando seu próprio pássaro.
6.11 – A ação dos fiscais será sempre auxiliar e verificar se os marcadores estão
marcando corretamente os pássaros.
6.12 – Os fiscais não poderão alterar o número de cantos na cartela. No caso de
suspeita/denúncia de alguma irregularidade deverão comunicar o fato imediatamente ao
Chefe de Roda, para que, se confirmada a suspeita/denúncia, corrigir as cantadas.
Obs:
a) Em hipótese alguma poderá alterar o descrito na cartela após o momento de término
da respectiva bateria, deve-se tomar todo o cuidado na transferência dos dados, sempre
um fiscal conferindo a correta transcrição postada por outro fiscal ou auxiliar.
b) De forma alguma se fará duas marcações para um mesmo pássaro, isto é: só será
válida a pontuação registrada pelo único marcador designado.
c) para fins de classificação não será considera qualquer alteração feita na cartela que
não seja eventual erro de transcrição.
6.13 – Na marcação manual (por canto), compete aos fiscais a anulação do restante da
cartela não marcada, caso não tenha sido feita pelo último marcador do pássaro.
6.14 – Nenhum fiscal poderá tocar na cartela/manopla/máquina de seu próprio pássaro e
de forma alguma portá-las, mesmo que, por algum motivo houver necessidade de troca
de marcadores, inclusive participar da fiscalização, quando o mesmo estiver sendo
marcado.
7 – DO CANTO E SUA CONCEITUAÇÃO
7.1 – O canto ou cantada é o conjunto de notas melódicas moduladas pelo pássaro,
caracterizando uma frase musical. A frase musical é sempre reproduzida pelo pássaro
em sua manifestação sonora. Em regra geral, o canto se inicia com um som (nota) agudo
e termina com notas mais graves.
7.2 – A repetição é a sequência do conjunto melódico modulado (frase musical) emitido
mais de uma vez, sem que o pássaro pare de cantar. Não se considerarão as repetições,
sendo marcado somente um (01) pulso/canto cada vez que o pássaro cantar sem levar
em conta o tamanho e a composição da frase.
7.3 – O canto será computado nas fichas ou cartelas, por unidade, tantas vezes quantas
forem emitidas a frase musical.
7.4 – Nos casos de pássaros que emitem dois tipos de cantos (mistura de dialetos), o
dialeto diferente e que não seja original da espécie, não será considerado e, para isto
será necessário à confirmação do Chefe de roda e fiscais.
7.6 – Só valerão os cantos dados pelo pássaro dentro do limite de tempo, isto é, deve o
fiscal ficar atento para que não seja marcado canto após o tempo regulamentar.
8 – DA CLASSIFICATÓRIA e FINAL
8.1 – Para agilizar os trabalhos devem ser adotados procedimentos que visem propiciar
condições para que as marcações sejam iniciadas, primeira marcação iniciará às 10:00
hrs e a segunda marcação (final) iniciar às 11:20hrs.
Obs.: Roda acima de 101 pássaros, para agilizar os trabalhos poder-se-á iniciar a
primeira marcação antes das 09:30hrs.
8.2 – No caso da entidade promotora não disponibilizar os marcadores que é de sua
responsabilidade, os proprietários dos pássaros participantes serão obrigados a marcar
ou indicar os marcadores, caso contrário, terá seu pássaro desclassificado. Serão
distribuídas as cartelas de cada bateria e colocadas na estaca da próxima bateria
obedecendo à ordem sequencial.
Obs:
a) As cartelas dos pássaros da primeira bateria serão colocadas nos pés das estacas da
segunda bateria e assim, sucessivamente.
b) A cada bateria os proprietários dos pássaros que estão com as cartelas no pé da estaca
(bateria seguinte) serão obrigados a marcar ou arrumar marcador para marcar o da
cartela a qual fora colocada no pé da estaca de sua responsabilidade.
Exemplo de bateria: sendo de 01 a 20 – a cartela de Nº 01 será colocada na estaca 21, a
Nº 02 será colocada na estaca 22, a cartela de Nº 20 será colocada na estaca 40.
8.3 – Os chefes de Roda, na presença do Diretor da COBRAP, sortearão se a marcação
classificatória começará pela roda de fora ou pela(s) roda(s) de dentro e decidirão se os
marcadores ficarão de dentro ou de fora da roda.
8.3.1 – Tanto para roda interna como a externa deverá ser feito o sorteio de onde
começará a marcação, no sentido horário;
8.3.2 – Se as estacas estiverem numa linha interna sem formação de roda, será feito o
sorteio de que lado (esquerdo ou direito) onde começará a marcação.
8.3.3 – Se for sorteada a roda interna e havendo mais de uma, a marcação iniciará pela
mais central delas.
8.4 – Na roda única, antes de iniciar a classificatória, obrigatoriamente, deverá ser feito
o sorteio da estaca de onde começará a marcação e rodará em sentido horário.
8.5 – Para a final será feito, de igual modo, outro sorteio para decidir qual estaca
começará a marcação, e rodará sempre em sentido anti-horário.
8.6 – O sorteio poderá ser feito rodando dispositivo mecânico giratório ou sorteador
eletrônico e em último caso a caneta, à vista de todos prevalecendo a direção indicada
pelo bico da caneta. Se o respectivo bico ficar entre duas gaiolas, prevalecerá o menor
do número da estaca.
8.6.1 – O sorteio será feito pelo chefe de roda junto com seus auxiliares, deverá ser
anunciado de viva voz chamando a atenção dos participantes para haver transparência
na sua execução.
8.7 – As baterias da Classificatória e Final deverão ser feitas, após o respectivo sorteio,
cada bateria deverá ter um grupo de pássaros a serem marcados, levando sempre em
consideração o numero de marcadores capacitados, o número de aparelhos disponíveis e
considerável número de fiscais para dar clareza na marcação.
8.8 – O pássaro que estiver tomando banho na banheira na fase classificatória,
obrigatoriamente, será submetido a uma marcação especial na última bateria junto com
os últimos a serem marcados.
8.8.1 – Só será considerado banho, se o pássaro entrar com os dois pés dentro da
banheira. Casos em que o pássaro fique na borda da banheira ou se utilize do bebedouro
para tal, não serão considerados como banho;
8.9 – Se o pássaro tomar banho na última marcação da classificatória passará
automaticamente para a final sem prejuízo da quantidade dos classificados.
Obs: Roda que ficar 60 pássaros serão os que mais cantarem, todavia para os pássaros
que tomarem banho na última marcação da eliminatória, o procedimento será o
seguinte: se 01 tomou banho, a roda ficará com 61, se forem 02 a roda ficará com 62;
fechando-se a roda com 62 e assim sucessivamente. Não havendo prejuízo para os 60
que mais cantaram.
8.10 – Serão marcados todos os cantos emitidos pelos pássaros. Cada marcador ajuizará
um (1) pássaro utilizando o local apropriado (Classificatória ou Final) portando a cartela
ou ficha de identificação da ave, para anotar os cantos da mesma;
8.11 – O tempo da classificatória será de 10min (dez minutos) e o da etapa final será de
15min (quinze minutos), controlados rigorosamente pelos Chefes de Roda e auxiliado
por seus fiscais, através de cronômetro.
8.12 – O proprietário não poderá marcar seu pássaro, caso ocorra, será desclassificado e
seu nome suspenso automaticamente por dois próximos torneios;
8.13 – As cartelas dos pássaros desclassificados serão guardadas pelo Diretor ou Chefe
de Roda. Todos os pássaros não classificados deverão ser retirados de uma só vez, para
não descompor a roda seguidamente;
8.14 A organização definitiva da roda para marcação da etapa final, após a retirada dos
pássaros desclassificados, deverá começar sempre obedecendo à sequência das estacas.
Ex: A estaca de número menor será a primeira a começar compor a roda.
8.15 – Vinte minutos antes da final, os Chefes de Roda determinarão a retirada das
banheiras, fica a critério do proprietário a retirada do único pedaço de fruta ou legume.
8.16 – As marcações da Final, sendo possível, deverão iniciar às 11:20hrs.
8.17 – Nenhum marcador deverá iniciar a marcação da final de um pássaro que tenha
em sua gaiola a banheira; se o proprietário não se apresentar para retirá-la, incumbe ao
Diretor ou Chefe de Roda fazê-lo, colocando-a no pé da estaca.
8.18 – Os Chefes de Roda terão que suspender temporariamente qualquer marcação se
algum fato grave ocorrer (barulhos intensos que assustam a maioria dos pássaros,
exemplo: cadeira caindo, porta batendo ou aves de rapina), reiniciando a marcação tão
logo seja normalizada a situação, depois que, aproximadamente, 40% dos pássaros que
estavam sendo marcados, voltem a cantar. Lembrar que se tem que atender o coletivo,
sem favorecer qualquer pássaro ou expositor em particular;
Obs.:
a) Quando a maioria dos pássaros pararem de cantar por algum fato estranho percebido
somente pelos pássaros e não constatado nada do item acima, pelos Chefes de Roda e
Fiscais, não se pode parar a marcação.
b) Caso algum inseto adentre a gaiola e perturbe o pássaro, sua marcação não será
interrompida por se tratar do risco da competição.
8.19 – Somente serão premiados e pontuarão para os Campeonatos os pássaros que
permanecerem na roda até o término da última marcação da Final, excetuados aqueles
que não cantem na respectiva marcação.
8.20 – Caso a gaiola de um pássaro em disputa sofra queda da estaca, a ave vitimada
terá 20 minutos para a sua recuperação fora da roda, sob vigilância de um Fiscal,
podendo, inclusive, ser estimulado pela respectiva fêmea.
9 – DA ELIMINAÇÃO
9.1 – Haverá vassouradas as 09:00hrs.
9.2 – O pássaro só será eliminado da competição, quando assim optar os Chefes de
Roda, sempre ouvindo os fiscais, se o pássaro estiver piando, chamando fêmea por
cinco vezes consecutivas sem cantar ou quando o proprietário tocar (mexer) na gaiola
fora do momento determinado pelo Diretor da COBRAP ou Chefe de Roda.
9.3 – Serão eliminados os pássaros: que tenham sido retiradas toda a comida e/ou a
água; Ou retirado papel e ou fundo da gaiola no ambiente da roda, após o horário de
fechamento.
9.4 – Todo proprietário que não se portar com educação e fineza para com os demais
companheiros, poderá ter seus pássaros desclassificados pela Direção do Torneio,
devendo, portanto, cada elemento presente no ambiente do torneio, manter postura
compatível com a grandeza da competição e com a presença dos competidores e
visitantes.
9.5 – Quando o proprietário for flagrado marcando seu próprio pássaro, este será
desclassificado, conforme item 8.12; a mesma pena será aplicada àquele que estiver
bulindo (tocando) na gaiola ou estimulando seu pássaro ou mesmo prejudicando o
pássaro de qualquer outro competidor.
9.6 – O pássaro cujo proprietário esteja reclamando acintosamente com o marcador, sem
se dirigir aos fiscais, Chefes de Roda ou Diretor, poderá ser eliminado.
9.7 – Todos os pássaros em competição são obrigados a permanecer na roda até que o
último seja marcado. Se qualquer concorrente, mesmo o já marcado, “piar frio” ou
“chamar fêmea” por cinco (05) vezes consecutivas e não cantar em seguida ou for
retirado da roda por qualquer motivo, antes do término da final, será eliminado.
9.8 – Não será admitida sob nenhuma hipótese a colocação nas gaiolas, verduras ou
mostrá-las aos pássaros na estaca, mesmo antes do início do torneio, assim como,
também é proibida a exibição ou colocação nas gaiolas de capins, entre eles, navalha de
macaco ou tiririca, cachos de painços, de alpiste, de arroz em casca, milho verde e
qualquer legume, bem como, “tenébrio molitor”, sob pena de eliminação de seu pássaro.
O pepino, milho verde e outros legumes e cereais, poderão ser postos em pequenos
pedacinhos colocados em cochos não transparentes.
9.9 – Será permitida apenas a colocação de um pedaço de legume ou fruta, de uma só
qualidade, desde que fixada na grade interna da gaiola ao lado da estaca, sendo proibido
pendurar nas testeiras em frente ao pássaro vizinho, bem como na frente da gaiola de
forma que não permita o proprietário fique retirando e colocando o produto, conforme
descrito no item 6.8. Larvas não poderão ser fornecidas nem secas nem vivas.
9.10 – Será desclassificado o pássaro que estiver sendo incentivado por gravações como
canto ou piados com aparelhos eletrônicos e ou celular próximo à gaiola no ambiente da
roda.
9.11 – Observado os itens e subitens anteriores, serão sempre os Chefes de Roda que
darão a última palavra sobre a desclassificação de pássaros que estejam competindo.
9.12 – Fica proibida a gritaria no momento da marcação, tanto pelo proprietário como
por outros visitantes; no caso do cometimento da infração, notadamente com objetivo de
induzir o marcador, identificada à vinculação com o respectivo pássaro, após uma
advertência do Chefe de Roda, ele será desclassificado pela coordenação.
9.12.1 – Caso o autor da infração não tenha vinculação com qualquer dos pássaros em
disputa, será convidado a se retirar do recinto imediatamente e punido pelo Clube e ou
Federação e ou Confederação.
10 – DA APURAÇÃO
10.1 – Os dirigentes das rodas deverão observar sempre a regularidade das fichas de
marcação, como anotações, vistos, rasuras, preenchimentos, etc.
10.2 – Em caso de empate entre competidores, haverá o desempate pelo seguinte
critério, pela ordem:
10.2.1 – O pássaro que mais cantou na classificatória.
10.2.2 – O competidor que residir em local mais distante do de realização do torneio.
10.2.3 – O proprietário mais idoso.
10.3 – Todas as cartelas de inscrição e marcação dos pássaros que forem classificados
para a Final, ficarão na posse do Chefe de Roda, que as encaminhará à Federação e à
COBRAP para a conferência e decisão de qualquer recurso ou correção de classificação;
após a conferência e decisão de qualquer questão que possa ocorrer, a Federação/Clube
remeterá ao organizador do torneio, a relação dos classificados.
Obs: Em hipótese alguma se retificará resultado exposto na relação ou cartela
posteriormente ao momento do término da respectiva prova, a não ser que tenha havido
erro de transcrição de um documento para outro.
10.4 – No encerramento do torneio, o Presidente do Clube promotor, fará a entrega ao
Delegado da COBRAP dos relatórios dos vencedores (mapa final) de cada modalidade,
devidamente preenchidos e assinados, constando a classificação final o nome do
proprietário, o número da anilha o apelido do pássaro; o nome de cada Chefe de Roda,
do Diretor da COBRAP, e o número de pássaros inscritos em cada modalidade;
10.5 – Encerrados os trabalhos, o Presidente da Entidade promotora entregará ao
preposto da COBRAP que irá incluir os resultados no site www.cobrap.org.br para que,
o mais rápido possível, todo o Brasil tenha conhecimento dos respectivos vencedores e
conheçam a evolução do Campeonato Brasileiro.
11 – DA MARCAÇÃO ELETRÔNICA
11.1 – Poderá ter Marcação Eletrônica que através do auxílio da informática os pássaros
serão marcados (Classificatória e Final). Os pássaros serão marcados por pulso/canto,
sendo cada pulso um canto.
11.1.1 – Os equipamentos de marcação eletrônica ou contadores deverão estar
disponíveis e testados no dia anterior ao torneio. Os mesmos somente serão permitidos
caso o clube promotor disponibilize equipamentos para todos marcadores.
11.1.2 – Compete ao chefe de roda entre outras atribuições a verificação se os
marcadores estão disponíveis (marcador eletrônico ou contador).
11.2 – Tendo sido efetuada a marcação com maquininhas “off-line” deverá ser feita a
transcrição da quantidade de pulso/canto para respectiva cartela. A transcrição para a
cartela deverá ser feita por duas pessoas autorizadas, para haver conferência e
transparências nas anotações.
Obs: Deve-se ter o maior cuidado neste procedimento motivo de muitas reclamações de
expositores.
11.3 – Em cada bateria será marcado um número de pássaros cujos aparelhos permitem
e ou a quantidade de marcadores, estes serão ajustados conforme decisão do Diretor e
Chefe de Roda.
11.4 – É obrigação da Entidade promotora do evento colocar a disposição dos chefes de
roda os marcadores.
11.5 – Os pássaros participantes serão marcados através de um dispositivo manopla que
será ativado assim que iniciar o canto – uma luz acenderá simultaneamente – devendo
ser desativado no momento que ele parar de cantar – a luz apagará imediatamente – e
assim até que o tempo desta marcação seja completado.
Obs: Os marcadores ficaram, preferencialmente, pelo lado de dentro da roda, no caso de
haver roda interna, se terá que executá-la, com todo o cuidado para não espantar os
pássaros que estiverem na roda externa e vice-versa. Em locais que não seja possível à
marcação pelo lado de dentro, cabe aos Chefes de Roda autorizar a marcação pelo lado
de fora.
11.6 – Será obrigatório o sorteio das manoplas ou “maquininhas” e não pode haver troca
sem autorização dos Chefes de Roda.
11.7 – Para agilizar os trabalhos devem ser adotados procedimentos que visem propiciar
condições para que as marcações sejam iniciadas, primeira marcação iniciará às
10:00hrs e a segunda marcação (final) iniciar às 11:20hrs.
11.8 – Classificação para a Final: A composição da Final será feita obedecendo este
critério:
Número de Participantes na Roda Quantidade á Classificar
Até 80 30
De 81 a 100 40
De 101 a 150 50
Acima de 151 60
11.8.1 – No caso de eliminação ou retirada de pássaros classificados para a final, não se
poderá incluir outros que não foram selecionados, assim a final ficará com menor
número de participantes.
11.9 – A COBRAP, contando com o apoio das entidades, se encarregará de
disponibilizar os equipamentos para a Marcação Eletrônica, à exceção de dois DataShow, dois Telões e 2 monitores para PC, que ficarão a cargo do Clube Promotor.
11.10 – No caso de haver algo que impossibilite a Marcação Eletrônica “On line” ou
„Maquininha‟ “off line” se adotará o sistema tradicional descrito neste documento,
cumprindo-se todos os procedimentos recomendados.
12 – DA PREMIAÇÃO
12.1 – É obrigatório em toda etapa dos torneios ofertar aos vencedores, 15 troféus – do
primeiro ao décimo quinto colocados de todas as modalidades de fibra, levando em
consideração o número de pássaros participantes de cada região.
13 – DO CAMPEONATO NACIONAL BRASILEIRO
13.1 – Os 30 primeiros colocados em cada torneio, pontuarão em ordem invertida, ou
seja, o primeiro colocado pontuará 30 pontos e o 30º colocado pontuará 1 ponto.
13.2 – Em caso de empate na pontuação do Campeonato o critério de desempate será o
seguinte, pela ordem:
1) A soma dos tempos quando for marcação eletrônica ou a soma dos cantos/pulsos
quando for marcação manual em todas as etapas.
2) Proprietário mais idoso.
Obs: Os pássaros que terminarem empatados, não receberão o mesmo número de pontos
para fins de classificação geral neste campeonato, ficarão com os obtidos após a
aplicação dos critérios de desempate;
13.3 – Só serão homologados os títulos para o Campeonato os pássaros que
participarem em metade mais uma das etapas dos torneios. Se a metade não for número
inteiro, deverá ser feito arredondamento para o número inteiro acima. Ex: Campeonato
com 11 etapas: metade é igual a 5,5 arredonda-se para 6 mais uma etapa, totalizando 7
etapas.
13.4 – Para fins de homologação, caso os pássaros classificados em uma determinada
colocação, não preencher o requisito do item anterior 13.3, ascenderão os pássaros que
estiverem em colocação abaixo na respectiva tabela, desde que preencham os requisitos
obrigatórios.
13.5 – Haverá o descarte de 1 (uma) etapa do campeonato.
13.6 – As cartelas dos pássaros desclassificados serão guardadas pelo Diretor ou Chefe
de Roda, e serão entregues ao Diretor de Promoção Social ou seu preposto, com o
objetivo de homologação pela COBRAP dos campeões da temporada.
14 – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
14.1 – Nenhum pássaro poderá ficar no ambiente da roda de espécies que não seja a sua.
Ex: Canário da Terra junto aos curiós ou vice-versa.
Obs: Somente será permitida a presença, no local do evento, de pássaros com idade
igual ou superior a 6 (seis) meses e das espécies contempladas na autorização.
14.2 – Todo proprietário de pássaro, ou uma pessoa por ele indicada, será obrigado a
colaborar quando solicitado pelos Chefes de Roda, sob pena de desclassificação do(s)
seu(s) pássaro(s), ouvindo-se o Diretor da COBRAP, Federação e ou clube onde ocorrer
à negativa, que decidirá se justa ou injusta a sua recusa.
14.3 – O acesso ao interior da roda só será permitido aos Diretores da Federação, da
COBRAP, do Clube Promotor, Chefes de Roda e Marcadores ou atendendo convite de
um dos acima indicados.
14.4 – Todos os criadores/competidores presentes deverão estar atentos e proteger os
seus pássaros para que não sejam assustados, não deixando que se aproximem das
gaiolas – menos de dois metros – crianças, pessoas portando chapéu, boné ou similares,
guarda-chuva, e outros.
14.5 – As pessoas, especialmente crianças, e potencialmente novos criadores e
defensores do meio ambiente, devem merecer a melhor das atenções e tratamento por
parte dos administradores, competidores e colaboradores dos torneios, orientar com
educação para não prejudicar o torneio.
14.6 – A Entidade promotora agendará junto ao IBAMA a data e local do torneio que
pretende realizar.
14.7 – Fica terminantemente proibido a presença de pessoas embriagadas, ingerir ou
portar bebidas alcoólicas e fumar, no ambiente próximo a roda, mesmo sendo
criadores/competidores, e se o mesmo, depois de advertido pela autoridade em serviço
na Roda, não atender a proibição, terá seu pássaro desclassificado e punido pelo seu
Clube/Federação/Confederação.
14.8 – O pássaro que porventura venha a mudar de dono durante o decorrer do
campeonato, poderá ter o nome do proprietário trocado antes do término da temporada,
desde que a respectiva Diretoria da COBRAP seja comunicada por escrito, sendo
premissa básica não possuírem débitos de inscrições ou estarem suspensos.
Obs: Caso o pássaro tenha obtido pontos durante o campeonato, seu respectivo nome
(apelido) não poderá ser trocado nos registros da COBRAP, para a presente temporada e
anteriores.
14.9 – Qualquer reclamação deverá ser feita por escrito, diretamente ao respectivo
Diretor da COBRAP, ou da Federação que estiver promovendo o torneio ou a seus
assessores no torneio, que tomarão as providências de encaminhamento cabíveis, à luz
do Código de Ética em vigor.
14.10 – No caso de qualquer desacato à autoridade dos Juízes, o Presidente da entidade
promotora do torneio, ou da respectiva Federação encaminhará ao Conselho e Ética da
respectiva Diretoria de Fibra da COBRAP um relatório, com cópia para a Federação,
expondo os problemas surgidos, que depois de assegurada a ampla defesa dos
envolvidos, enviará o parecer conclusivo ao Conselho Deliberativo da COBRAP que
tomará as providências cabíveis para encaminhar o seu parecer à Diretoria
Administrativa da COBRAP, que decidira sobre eventual pena a ser imposta.
14.11 – Todo proprietário de pássaro será responsável pela segurança e proteção de seu
respectivo pássaro, está a COBRAP, a Federação e o Clube Promotor do evento isentos
de toda e qualquer responsabilidade em eventuais ocorrências de acidentes, furtos ou
outros imprevistos que possam sobrevir nos ambientes de torneio.
15 – DOS CASOS OMISSOS
15.1 – Em caso de dúvida, sobre a interpretação do regulamento ou em casos omissos e
fatos novos, no momento do torneio, o impasse será resolvido por uma comissão
composta de: dois chefes de roda, diretor da área da COBRAP, Presidente do Clube
Promotor, da respectiva Federação e o mais alto dirigente da COBRAP (Coordenador
Geral). Este item valerá para todos os tipos de disputas apoiadas pela COBRAP e
deverá constar em todos os respectivos regulamentos.
15.2 – Os impasses serão resolvidos pela Diretoria Administrativa da COBRAP, quando
for o caso de não puder ser resolvido no momento do evento.
Em caso de dúvida sobre a interpretação deste regulamento, casos omissos e/ou
fatos novos no momento do torneio, o impasse será resolvido por uma comissão
composta pelo: Chefe de roda local, coordenador do evento, mais um membro da
diretoria do clube/associação promotora.
Recife, 04 de Abril de 2019 A PRESIDÊNCIA.

 

Regulamento para torneio ACPC de Coleiro e Baiano


REGULAMENTO PARA TORNEIO DE TRINCA FERRO DE FIBRA

1 – DA FINALIDADE
1.1 – O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas e a rotina dos
Torneios de Fibra de Trinca-Ferro (Saltatorsimilis).
1.2 – As aves estarão pontuando a cada etapa do campeonato,sendo do 1 ao 15
colocado. A pontuação sera acumulada etapa por etapa para o final do campeonato,serao
10 etapas disputadas ao longo do campeonato.

2 – DA PREPARAÇÃO
2.1 – Dos Locais – Os eventos só poderão ser realizados em recintos cobertos, protegidos
do sol, da chuva e do vento, com piso sólido e regular, em ambiente claro, arejado e
seguro.
2.2 – Do Ambiente – A associação disponibilizara um ambiente para guardar a fêmeas
separadas dos machos.
2.3 – Do Horário – Os Torneios válidos como etapa do Campeonato Pernambucano serão
iniciados às 07:30 h, horário de Brasília – DF, com os pássaros nas estacas. O local de
realização das provas de fibra deverá estar aberto aos expositores a partir das 07:00 h.
2.4 – Da Inscrição – A inscrição serão feitas no local do evento ,(sempre com sorteio das
estacas) conforme horário previamente estabelecido e acordado entre Diretoria da ACPC,
todavia o criador tera apenas 15 minutos de tolerância para por sua ave na estaca.
2.4.1 – A inscrição será feita mediante as respectivas exigências dos órgãos Ambientais e
dos Organizadores (ACPC), exemplo: relação atualizada dos pássaros, etiqueta/crachá
de identificação do pássaro na gaiola constando (nome do pássaro, nº da anilha, inscrição
CTF no IBAMA, nome completo, a localidade).
2.4.2 – É obrigatório relacionar todos os pássaros participantes, inclusive se houver
fêmeas acompanhantes, todos deverão obedecer rigorosamente aos prérequisitos legais
em vigência.
2.5 – Das Estacas – As estacas poderão ser de madeira ou metal e devidamente
numeradas seqüencialmente, nas faces internas e externas e terão seu torno (gancho ou
prego) com a altura mínima de 1,40m e máxima de 1,65m do chão e um pequeno gancho
ou prego a 0,50m do piso onde serão colocadas as fichas ou cartelas de identificação.
2.5 – Da Disposição – As estacas serão dispostas em círculo/quadrado ou retângulo com
os cantos arredondados com espaço de 0,20m entre as gaiolas, com a frente das
mesmas (portas) para fora da roda para facilitar o manuseio e serão colocadas
obedecendo, rigorosamente, à seqüência numérica.
2.5.1 – Todas as rodas deverão ser delimitadas por uma faixa (não pode ser zebrada) ou
cordão de isolamento, com distância mínima de 2 (dois) metros entre os expositores e as
gaiolas.
2.6 – Deverá haver, à disposição dos Chefe de Roda, um gabarito com a medida de 20
cm que será aplicado no momento da arrumação da roda. Essa distância é medida entre
centros das partes laterais das gaiolas e deverá ser observada principalmente nos cantos
das rodas.
2.7 – Das Cartelas – As cartelas fornecidas pela ACPC, após vistadas por Diretor
habilitado da entidade promotora, deverão ser fornecida sem a respectiva numeração. A
numeração será definida por sorteio realizado por outro mesário, que verificará
previamente o correto preenchimento da cartela pelo expositor, condição necessária para
que haja o respectivo sorteio.
2.7.1 – Não serão aceitos pássaros de mesmo proprietário colocados em estacas
contíguas, quando do início do torneio. Caso o sorteio das estacas leve a esta situação,
neste caso, o Chefe de Roda deverá deslocar, dentre os pássaros em questão, aquele
com o número de estaca mais alto.
2.8 – Do Cabeçalho da Cartela – O cabeçalho deverá ser preenchido pelo responsável
pelo pássaro e deverá constar, de forma legível, o nome do proprietário, o
clube/sociedade a que estiver filiado, a cidade onde reside, o nome (apelido) do pássaro,
número do anel e demais caracteres nele constantes.
2.8.1 – Compete ao mesário que estiver sorteando a respectiva numeração conferir o
preenchimento completo e legível do cabeçalho, sem o que o expositor não receberá a
numeração da estaca. As inexatidões dos dados fornecidos poderão levar os respectivos
pássaros à desclassificação.
2.9 – Da Roda Interna – Não havendo espaço suficiente para formação de uma roda
única será formada uma roda interna, ou tantas quantas necessárias e possíveis.
2.9.1 – Não se poderão transferir gaiolas de rodas, após iniciada a marcação da
classificatória.
2.10 – Das Gaiolas – As gaiolas serão do tipo padrão, entendido que a altura da copa
(parte mais alta) de qualquer gaiola, ao ser colocada na estaca, deverá ficar no mesmo
nível ou inferior às copas das demais gaiolas.
2.11 – A tabela a seguir define a forma e dimensões limites das gaiolas, sendo estas
últimas expressas em centímetros.
Pássaro Forma:Comprimento/Altura/Largura
Bicudo Piracicaba/Catarina nº 5 47,0 a 51,0 51,0 a 55,0 21,0 a 23,0
Canário da Terra Piracicaba/Catarina nº 4 46,0 a 49,0 47,0 a 51,0 20,0 a 22,0
Coleiro Carioca 36,0 a 39,0 33,0 a 36,0 19,0 a 22,0
Curió Piracicaba/Catarina nº 4 46,0 a 49,0 47,0 a 51,0 20,0 a 21,0
Trinca-Ferro Carioca 42,0 a 47,0 39,0 a 45,0 22,0 a 25,0
2.11.1 – No caso de algum expositor colocar seu pássaro na roda em gaiola fora do
padrão ele terá um prazo de 10 minutos, a contar do momento em que lhe for comunicada
a decisão, para regularizar a situação, isto na primeira oportunidade que ocorrer com
determinado proprietário, na segunda vez terá sua ave imediatamente eliminada.
2.11.2. Toda gaiola deverá conter placa com a informação mínima dos seguintes dados:
nome do pássaro, nº. do anel, inscrição no CTF do IBAMA, nome completo, a localidade,
Clube e Federação do proprietário. Verificada a inobservância do aqui disposto, será
aplicado, para regularização.
2.12 – Banheiras – Serão permitidas, para todos os pássaros, entretanto, somente uma
por gaiola, mesmo que vazia.
2.13 – Altura do Cocho – Não poderá haver na gaiola nenhum objeto que bloqueie a visão
dos pássaros em tamanho superior a 10 cm e nem poderão se situar, a sua parte
superior, acima de 55% do fundo da gaiola, ficando, assim, limitada a altura dos cochos,
porta cochos, porta bebedouros, etc. ou qualquer outro objeto que dificulte a visão entre
os pássaros, diferentes das medidas aqui previstas.
2.14 – Poleiros – Para que o pássaro possa se movimentar com as asas, o número
máximo de poleiros (maritacas, descansos e o próprio poleiro) nas gaiolas serão de seis,
não contando os poleiros de cocho e/ou bebedouro que estiverem na testeira da gaiola;
2.15 – Da Colocação dos Pássaros nas Estacas – No momento da colocação dos
pássaros nas rodas, ao adentrar-se no recinto do torneio com as gaiolas do respectivo
casal, deve-se manter uma distância mínima de cerca de dez metros, sendo
explicitamente proibido que as fêmeas sejam expostas ou vistas pelos outros
concorrentes, em especial por aqueles que já estão dispostos nas respectivas estacas.
2.15.1 – Caso não haja condições locais para manter-se a referida distância ou em dias
de chuva, o expositor, se necessário, poderá ficar mais próximo da roda com o casal
encapado mantendo o afastamento obrigatoriamente acima de três metros. Entretanto,
nesses casos, deverá respeitar o período de no máximo 5 minutos, levando-se em conta,
nessa exigência de tempo, a quantidade de pássaros do respectivo expositor que serão
colocados em disputa.
2.16 – Fêmeas – É obrigatório que seja designado um local para a colocação das fêmeas
que será supervisionado por um fiscal local, isto porque é terminantemente proibido que
elas fiquem no ambiente da roda e suas gaiolas possam ser avistadas pelos pássaros em
concurso. Importante notar que a ACPC não terá nenhuma responsabilidade no caso de
furto ou acidente ocorrido com qualquer pássaro levado aos recintos dos torneios.

3 – DOS PARTICIPANTES E DOS PRÉ-REQUISITOS
3.1 – Anéis – Só poderão concorrer pássaros com anéis fechados e que não apresentem
sinais de violação, ou bitola diferente das compatíveis com o tarso da ave, conforme
exigências do IBAMA.
3.2 – Responsabilidade do Clube Promotor – Perante o IBAMA naquilo que lhe for
exigido, dentro das disposições legais e normativas vigentes.
3.3 – Pássaros Híbridos – Não será permitida a participação de pássaros híbridos
(cruzamento entre espécies diferentes).
3.4 – Pássaros Mestiços – Será permitida a participação de mestiços (cruzamento entre
subespécies), desde que não haja diferenças visíveis do fenótipo característico.
3.5 – Pássaros Deficientes – Não poderão participar pássaros cegos dos dois olhos
(impossibilitado de enxergar o adversário), como também aqueles que tiverem defeitos
graves nos pés e dificuldade de empoleirar.
3.6 – Idade dos Pássaros – Só poderão concorrer pássaros virados com sua cor de penas
definitiva.
3.7 – Não poderão ser inscritos:
a) Na roda de Trinca – Tempera Viola, Tiruli, Garganta Vermelha, Batuqueiro.
b) Em quaisquer da rodas – pássaros que apresentem cores diferentes do fenótipo
característico da espécie (mutações).
Obs: Em caso de dúvida sobre a inscrição de pássaros, função do disposto nos itens (a)
ou (b), a decisão caberá a uma comissão assim composta: os Chefes de Roda mais o
Diretor de área da ACPC e, permanecendo o impasse, será ouvido o Presidente da
Entidade Promotora.

5 – DAS ATRIBUIÇÕES
5.1 – Incumbe ao Presidente do Clube Promotor e seus Diretores:
5.1.1 – Providenciar para que todos os itens deste Regulamento sejam respeitados e
cumpridos.
5.1.2 – Supervisionar de maneira geral para o bom andamento de todo o Torneio.
5.1.3 – Acompanhar e assistir as autoridades que porventura visitem o torneio.
5.1.4 – Anunciar o resultado do torneio, procedendo à entrega dos troféus, sempre do
último para o primeiro classificado.
5.2 – Incumbe aos Chefes de Roda:
5.2.1 – Cumprir e fazer cumprir este Regulamento, observando atentamente o desenrolar
do torneio, usando sempre o melhor critério, para que impere a isenção de ânimo e a
justiça.
5.2.2 – Processar a retirada de pássaro que não esteja de acordo com o presente
Regulamento, em especial, no que se refere àqueles que não detenham fenótipo para a
respectiva espécie em disputa.
5.2.3 – Efetuar a substituição de algum membro do corpo de marcadores, se necessário.
5.2.4 – Identificar os marcadores de modo que nenhum pássaro fique sem ser marcado.
5.2.5 – Dar, de viva voz, o inicio e o término das marcações, controlando o tempo
rigorosamente.
5.2.6 – Organizar a roda com o máximo zelo e cuidado, dispondo as estacas com
habilidade e rapidez, evitando sempre espantar os pássaros.
5.2.7 – Ter o cuidado de não se colocar as mãos à frente do poleiro do pássaro e sim uma
acima da gaiola e a outra na estaca.
5.2.8 – Fiscalizar o modelo e o tamanho de cada gaiola, não admitindo aquelas que fujam
aos padrões estabelecidos no regulamento, ajustando sempre a altura das copas das
gaiolas que terão que ficar no mesmo nível de altura do chão.
5.2.9 – Fazer retirar do ambiente da roda os pássaros já eliminados ou desclassificados e
quaisquer outras gaiolas estranhas, em especial, as das fêmeas, mesmo encapadas,
evitando que os competidores sejam prejudicados ou estimulados, isto sempre com a
maior educação e respeito.
5.2.10 – Cuidar para que seja respeitada rigorosamente a mesma disposição das gaiolas
do início do torneio, após a retirada de pássaros eliminados ou desclassificados.
5.2.11 – Levar ao Diretor da ACPC todos os fatos relevantes que tenham ou possam vir a
ter alguma influência negativa para o bom desempenho do torneio.
5.2.12 – Transferir pássaros da roda interna para a externa, quando houver uma ou mais
vagas, fazendo-se um único sorteio para colocar-se rigorosamente, cada um deles, a
partir da ordem sorteada, sempre em sentido horário.
Obs. – A única exceção para este procedimento é quando o pássaro que for colocado
para a roda de fora, ficar vizinho a outro do mesmo expositor, nesse caso, ele será o
quinto a ser conduzido a partir da sua respectiva vez.

6 – DO CANTO E SUA CONCEITUAÇÃO
6.1 – A repetição é a seqüência do conjunto melódico modulado (frase musical) emitido
mais de uma vez, sem que o pássaro pare de cantar. Na marcação da competição de
fibra de canários da terra, trinca-ferros e coleiros, não se considerarão as repetições,
sendo marcado somente um (01) ponto cada vez que o pássaro cantar, sem levar em
conta o tamanho e a composição da frase.
6.2 – O canto será computado nas fichas ou cartelas, por unidade, tantas vezes quantas
forem emitidas a frase musical;
6.3 – As meias cantadas, quando oriundas de cantos originais, serão consideradas um
(01) canto, mesmo quando emitidas separadamente, porém, a meia cantada ou
introdução de canto, deverá ser constituída da seguinte forma: Trinca-Ferros será
considerado canto com um mínimo de 2 (duas) notas.
6.4 – Não serão computados como canto a seqüência de “quem-quem” ou “macheação” e
o “purru” e nem servirão como complemento de notas para completar o canto, sendo tão
somente, o fechamento ou mudança de canto.
6.5 – Os pássaros de espécies não repetidoras (canários, coleiros e trinca-ferros),
viciados ou não, só será computado um (01) canto, não importando a seqüência que
tenha sido emitida.
6.7 – Só valerão os cantos dados pelo pássaro dentro do limite de tempo, isto é, deve o
fiscal ficar atento para que não seja marcado canto após o tempo regulamentar.

7- DA CLASSIFICATÓRIA E FINAL
7.1 – A Classificatória deverá iniciar às 09:00 horas.
7.2 – A marcação Classificatória será única e será feita pelo lado de fora da roda, exceto
quando não houver espaço mínimo de 2,50m entre as gaiolas e paredes ou qualquer
outro obstáculo.
7.3 – Antes de iniciar a Classificatória, obrigatoriamente, deverá ser feito o sorteio da
estaca de onde começará a marcação, sendo as demais definidas, seqüencialmente, no
sentido horário.
7.4 – Para a Final será feito, de igual modo, outro sorteio para definir a estaca da qual terá
início a marcação, sendo as demais definidas, seqüencialmente, no sentido anti-horário.
7.5 – As baterias da Classificatória e Final, deverão ser feitas, após o respectivo sorteio,
por grupos de 10 a 20 pássaros de cada vez.
7.6 – O tempo da Classificatória será de 10 min (dez minutos) e o da Final será de 15 min
(quinze minutos), controlados rigorosamente pelos Chefes de Roda e auxiliado por seus
fiscais, através de cronômetro. Na etapa Final, será obrigatória a presença de, no mínimo,
10 e no máximo 20 marcadores;
7.7 – Para cada grupo de duas (2) estacas, deverá haver um fiscal que não poderá mudar
de posição e que dará visto nas cartelas.
7.8 – O proprietário que marcar seu respectivo pássaro ou usufruir vantagens ilícitas junto
aos marcadores, será desclassificado e ficará impedido de participar com seus pássaros
nos dois próximos torneios do calendário.
7.9 – Na Cartela (modelo ACPC), ao final de cada linha completada com a marcação de
cantos, o fiscal, o Chefe de Roda ou ainda o Diretor, dará visto na Cartela, substituindo o
marcador que não poderá voltar a marcar o mesmo pássaro.
7.10 – O proprietário do pássaro que estiver sendo marcado, não será obrigado a
colaborar naquela marcação ou fiscalização.
7.11 – As cartelas dos pássaros desclassificados serão guardadas pelo Diretor ou Chefe
de Roda. Todos os pássaros não classificados deverão ser retirados de uma só vez, para
não descompor a roda seguidamente.
7.12 – Quinze minutos antes da Final, os Chefes de Roda determinarão a retirada das
banheiras. No caso de Trinca-Ferro, fica a critério do proprietário a retirada da fruta ou
legume.
7.13 – Nenhum marcador deverá iniciar a marcação da Final de um pássaro que tenha
banheira em sua gaiola; se o proprietário não se apresentar para retirá-la, incumbe ao
Diretor ou Chefe de Roda fazê-lo, colocando-a no pé da estaca.
7.14 – Os Chefes de Roda terão que suspender temporariamente qualquer marcação se
algum fato grave ocorrer (barulhos estranhos e aves de rapina), reiniciando o trabalho tão
logo seja normalizada a situação, depois que, aproximadamente, 30% dos pássaros que
estão sendo marcados, voltem a cantar.
7.14.1 – Caso algum inseto adentre a gaiola e perturbe o pássaro, sua marcação será
interrompida e anulada. Ele será marcado, começando do zero, na bateria seguinte.
7.15 – Somente serão premiados e pontuarão para os Campeonatos os pássaros que
permanecerem na roda até o término da última marcação da Final, excetuados aqueles
que não cantem na respectiva marcação.
7.16 – Caso a gaiola de um pássaro em disputa sofra queda da estaca, a ave vitimada
terá 20 minutos para a sua recuperação fora da roda, sob vigilância de um Fiscal.

8 – DA ELIMINAÇÃO.
8.1 – O pássaro só será eliminado da competição, quando assim optar os Chefes de
Roda, ouvidos os fiscais,sem cantar em seguida ou quando o proprietário tocar (mexer)
na gaiola fora do momento determinado pelo Diretor da ACPC ou Chefe de Roda.
8.1.1 – Será eliminado qualquer trinca-ferro que estiver “pistando” (trincando) 06 (dez)
vezes, sem cantar, após 30 minutos depois do inicio do torneio.
8.2 – O disposto nos itens 8.1 e 8.1.1 aplica-se, inclusive, aos pássaros já marcados.
8.3 – Todos os pássaros de cuja gaiola tenham sido retiradas toda a comida e/ou a água,
serão eliminados. Não se poderá também retirar o fundo da gaiola no ambiente da roda.
8.4 – Todo proprietário que não se portar com educação e fineza para com os demais
companheiros, poderá ter seus pássaros eliminados pela Direção do Torneio, devendo,
portanto, cada elemento presente no ambiente do torneio, manter postura compatível com
a grandeza da competição e com a presença dos competidores e visitantes.
8.5 – Quando o proprietário for flagrado marcando seu próprio pássaro, este será
eliminado; a mesma pena será aplicada àquele que estiver bulindo (tocando) na gaiola ou
estimulando seu pássaro ou mesmo prejudicando o pássaro de qualquer outro
competidor.
8.6 – O pássaro cujo proprietário esteja reclamando acintosamente com o marcador, sem
se dirigir aos fiscais, Chefes de Roda ou Diretor, poderá ser eliminado.
8.7 – Sem a autorização prévia de um dos Chefes de Roda, todos os pássaros em
competição são obrigados a permanecer na roda até que o último seja marcado, sob pena
de desclassificação de todos os demais pássaros deste expositor, se houver e suspensão
automática deste expositor e seus pássaros pelos 2 próximos torneios.
8.8 – Nas gaiolas dos Trinca-Ferros será permitida apenas a colocação de legume ou
fruta, de uma só qualidade, desde que fixada na grade interna da gaiola ao lado da
estaca, sendo proibido pendurar nas testeiras em frente ao pássaro vizinho. Larvas não
poderão ser fornecidas nem secas nem vivas.
8.9 – Observado os itens e subitens anteriores, serão sempre os Chefes de Roda que
darão a última palavra sobre a eliminação de pássaros que estejam competindo.

9 DA APURAÇÃO.
9.1 Os dirigentes das rodas deverão observar sempre a regularidade das fichas
de marcação, verificando se as linhas têm o visto dos fiscais.
9.2 Em caso de empate entre competidores, haverá o desempate pelo seguinte
critério:
9.2.1 O pássaro que mais cantou na classificatória;
9.2.2 O competidor que residir em local mais distante do de realização do
torneio;
9.2.3 O proprietário mais idoso.
9.3 Todas as cartelas de inscrição e marcação dos pássaros que forem
classificados para a Final, ficarão na posse do Chefe de Roda.
9.5 Encerrados os trabalhos, o Presidente da Entidade promotora anunciara o
resultados o mais rápido possível, para que todos tenha conhecimento dos
respectivos vencedores e conheçam a evolução do Campeonato.

10 – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
11 – Fica terminantemente proibida a presença de pessoas embriagadas, mesmo sendo
criadores/competidores. Fica, também, proibido fumar ou ingerir bebidas alcoólicas no
ambiente próximo à roda, e se o mesmo, depois de advertido pela autoridade em serviço
na Roda, não atender a proibição, terá seus pássaros desclassificados e punido pelo seu
Clube/Sociedade.
12 – Todo proprietário de pássaro será responsável pela segurança e proteção de seu
respectivo pássaro, a ACPC,não sera responsabilizada em caso de eventuais ocorrências
de acidentes, furtos ou outros imprevistos que possam sobrevir nos ambientes de
torneio.
Sergio Daniel de Moraes Melo
Diretor de Trinca Ferro.
03/04/19

Regulamento TF